AFRICA DO SUL – o sonho de Mandela

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Mulheres em Burundi

O continente africano que nos encanta com suas formas, sons e cores, é também uma África que chora de fome, dor e abandono devido as guerras, disputas étnicas e doenças.

O mundo tem uma dívida ativa com África. Desta todos tiraram (e ainda tiram) um pouco. A prática da escravidão há milênios existia no mundo e era aceita por diferentes povos, mas, é no século XV, com a chegada dos portugueses ao continente que se intensifica o tráfico de escravos. Há divergência quanto ao número de pessoas que foram tirados de África na condição de escravos. Historiadores falam entre 8 e 100 milhões.  Somente a partir do século XIX é que começa a ser condenada, e consequentemente abolida no mundo. O Brasil foi o último a abolir oficialmente a escravidão. Entretanto, ainda hoje estima-se 200 mil trabalhadores vivendo em regime de trabalho escravo. Daí o sucesso e a força do samba enredo da escola Paraíso do Tuiutí, que em comemoração ao bicentenário da abolição, questiona sobre o fim da escravidão no Brasil, principalmente pós aprovação da reforma trabalhista do atual governo.

A África do Sul é o país mais rico e industrializado da África, se diferenciando do resto do continente, principalmente, pelo ativismo de Nelson Mandela (ou Madiba como era carinhosamente tratado), que mesmo sendo preso político durante 27 anos, devido sua luta contra o Apartheid, foi presidente entre 1994 a 1999. O que mudou para sempre o destino daquele país.

Com uma economia diversificada em serviços (a força do turismo), indústria (química, petroquímica, alimentícia e de equipamentos agrícolas), agricultura (cultivo de milho, cana-de-açúcar, uva e laranja, além da forte pecuária bovina) e extrativismo (carvão, cobre, manganês, ouro, diamantes, entre outros) à África do Sul vai ampliando seu potencial de desenvolvimento.

A INOAR está presente na África desde 2005. Já foi citada diversas vezes na imprensa local, e especializada, pela importância do projeto “Beleza Contra a Pobreza”, um braço do projeto Beleza Solidária, idealizado por mim e que ganhou destaque na imprensa norte americana e europeia pelas ações no “Mandela Day”. Nesse projeto realizamos treinamento e distribuição de produtos gratuitamente às populações mais pobres e necessitadas, permitindo que iniciem seu próprio negócio. É um projeto de geração de renda e ocupação.

 

Sem título

Revistas referência em moda e hairstyle, têm destacado a qualidade dos produtos INOAR em tratamento e beleza dos cabelos e pele. A mais recente é a edição de março da Glamour Magazine, na matéria intitulada “Por que nós ainda amamos os óleos” (Why We Still Love Oils?), destaca o óleo multifuncional Kálice dentre os melhores produtos do mercado, “é um hidrante completo”. A matéria aponta, ainda, pelo menos 4 benefícios do óleo multifuncional Kálice: 1 – São ótimos em todos os tipos de pele, até mesmo nas oleosas; 2 – Funcionam harmonicamente com os outros produtos da linha (shampoo e condicionador); 3 – Agem como um nutriente definitivo para seus cabelos; 4 – Na pele, diminuem a aparência da celulite. Veja link: https://www.facebook.com/pg/INOARSouthAfrica/posts/

Compartilhei esse post porque depois de tantas batalhas, ter nosso trabalho, nossos produtos, sendo reconhecidos em diversos países, ricos em suas histórias, belezas e potencial, como é o caso da África do Sul, nos enche de orgulho. INOAR é uma empresa que cresce compartilhando seus frutos, seus saberes, suas histórias.

 

Inocência Manoel – Fundadora da Inoar Cosméticos.

 

Fontes:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Batwa_women_in_Burundi_cropped.jpg?uselang=pt-br

O Poder Negro em Revolta (original em inglês: Ghetto Rebellion To Black Liberation) de Claude Lightfoot, Paz e Terra. 1969

http://brasilescola.uol.com.br/africa-do-sul/economia-africa-sul.htm

 

 

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